Galinha à cabidela
Carro-chefeGalinha de criação no molho pardo, com arroz branco e pirão feito do caldo.
Buffet de cozinha pernambucana no centro de Gravatá, servido no capricho desde 2008. Molho pardo encorpado, pirão na hora e panela que não para entre 11h e 16h.
A casa
O Família da Cabidela nasceu em Gravatá com uma ideia simples: servir no restaurante a mesma comida que se faz em casa no domingo. A galinha é de criação, o molho leva o tempo que precisa e o pirão só vai à mesa depois que o caldo está pronto.
O serviço é de buffet: você monta o prato do jeito que quiser, com as panelas à vista. Todo dia saem a cabidela, as carnes do dia, os acompanhamentos de milho e macaxeira e as sobremesas da casa.
Quem chega de Recife para passar o fim de semana na serra costuma sentar aqui antes de subir. Quem é de Gravatá traz a família, e já sabe que às 12h30 a casa enche.
O prato
Também chamada de galinha ao molho pardo, a cabidela é uma técnica portuguesa documentada desde o século XVI que criou raízes no Nordeste. O molho escuro vem do sangue da ave, acertado com vinagre para ficar fluido e levemente ácido. Em Pernambuco, é comida de ocasião: almoço de domingo, mesa cheia, prato fundo.
Aqui a casa segue o caminho mais demorado — galinha de criação, ervas frescas e o sangue incorporado só no fim, em fogo brando e mexendo sem parar, para o molho ficar aveludado em vez de talhado.
Como é feita na casa
Galinha de criação, mais rija e com mais sabor do que a de granja. É ela que dá corpo ao caldo e sustenta o cozimento longo.
O sangue é recolhido já misturado ao vinagre, que impede a coagulação e dá ao molho o travo limpo no fim da colherada.
Alho, cebola, louro, manjericão e hortelã. A galinha doura primeiro e cozinha devagar, até a carne soltar do osso.
Fogo baixo, sangue incorporado aos poucos e colher sem parar. Serve-se sobre arroz branco, com pirão feito do próprio caldo.
Cardápio
Buffet self-service, servido no almoço. As panelas mudam um pouco a cada dia; a cabidela é fixa.
Da panela
Toque em cada item para ver como ele chega ao prato.
A fachada
As letras na parede estão lá no centro de Gravatá, na Travessa Governador Agamenon Magalhães. Quem sobe a serra no fim de semana costuma parar aqui antes de seguir viagem.
Visite
| Domingo | 11h — 16h |
| Segunda | 11h — 16h |
| Terça | 11h — 16h |
| Quarta | 11h — 16h |
| Quinta | 11h — 16h |
| Sexta | 11h — 16h |
| Sábado | 11h — 16h |
Reserva e encomenda
A reserva só é confirmada depois da resposta da casa pelo WhatsApp.